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O insustentável peso de ser – A doença da personalidade

Essa qualidade que algumas pessoas possuem ou desclassificação é algo ainda muito presente, chato e perturbante para todos as pessoas do bem que querem apenas ter uma vida equilibrada. Infelizmente ou felizmente, os metidos a espertos ou que preservam o desequilíbrio, servem pelo menos para que possamos perceber o quanto os valores que dignificam a nossa existência são de fato os melhores. Bem, mas como tudo tem um aprendizado vamos atentar ao ensinamento de que o valorizam não serve para nada. Perturbam ao reclamar o tempo todo e com isso percebemos a ingratidão como o caminho para o vazio.

Quando nos incomodam conseguem penetrar na gente como um fungo, com isso aprendemos só a nos sujar e depois deles, valorizamos a pureza. Suas constantes tentativas de “passar a perna” em alguém permite ficarmos espertos, com isso deixamos de ficar ingênuos. São extremamente desagradáveis que nos forçam a julgar e a descriminá-los, sendo um aprendizado ao desenvolvimento do amor incondicional. Suas traições nos revoltam, mas ficamos conscientes dos “lobos em pele de cordeiro” para deixamos de ficar vulneráveis. São insuportavelmente chatos que acabam por ser um teste a paciência. São incrivelmente azedos revelando o quanto ridículo um ser humano pode ser. Ficam culpando os outros, fugindo de suas responsabilidades demonstrando o quanto retardatários são de si mesmos. Valorizam defeitos para incrivelmente ficarem pior do que já estão, achando ilusoriamente que são melhores. Ao serem trapaceiros e vigaristas nos ensinam a proteger o que é nosso. Suas cafajestices revelam a ilusão da mentira. Por meio de suas violências aprendemos o quanto uma pessoa pode se tornar feia. Quando a festa está boa querem logo estragar para chamar a atenção pela sua imbecilidade. Que bom que existem esses seres pesados para nos ensinar a sermos mais fortes e a valorizar ainda mais o bem. Essas pessoas são de fato a grande piada do Universo.

Carlos Florêncio

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